Coréia

Vivemos em um mundo, considerado hoje, sem fronteiras. A notícia chega com o fato ainda quente e o planeta ficou realmente pequeno com a velocidade da informação. Nunca se falou tanto em sustentabilidade, em preservação, em como precisamos mudar de atitude para que a nossa cansada Terra não pereça. Aí vem um doido, de um país miserável, que deixa seu povo à míngua em detrimento de um exército superfortalecido para nos mostrar que, de uma hora para outra, podemos estar - nós todos do planeta - à beira de uma guerra nuclear. E o que nós, reles mortais, podemos fazer para não cairmos em mãos similares a de um Pyongyang? O que o mundo pode fazer para não sucumbir às loucuras de um chefe de Estado dos moldes do norte-coreano?
Fico estarrecida com cada notícia que leio sobre a afronta da Coréia do Norte ao mundo testando armas nucleares. E ontem fiquei mais preocupada ainda porque, embora eles não tenham tecnologia para acoplar uma bomba nuclear em um míssil, podem muito bem vendê-la a grupos terroristas.
Nem sei direito como acabar esse texto. Nem sei se ele deve ser acabado. Acho que deve ficar aberto, assim como nossas mentes em relação ao mundo profundamente materialista que está diante de nossos olhos. E que pode acabar num piscar deles.

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